terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ensino Religioso e o Planeta Terra

Um dos desafios para o ensino religioso: despertar o compromisso e a responsabilidade para com todos os seres vivos, no mundo atual,  e para com as futuras gerações.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=AEE1hZxr6tc

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O projeto “As Cores da Vida” na celebração do Ano Brasileiro do Ensino Religioso

Artigo de Claudino Gilz - publicado na Revista Pistis Praxis: Teologia e Pastoral. PUC/PR

Resumo
O presente artigo tem como objetivo analisar as principais implicações à disciplina de Ensino Religioso, provenientes dos fenômenos socioculturais que compõem o atual contexto, de modo especial a necessidade de superação dos preconceitos religiosos, das marginalizações, das diferenças, das polarizações e dos fundamentalismos. Discute a contribuição que o Ensino Religioso pode oportunizar por meio de proposta pedagógica e curricular composta de um conjunto temático, gradativamente distribuído em trimestres letivos, pertinentes ao estudo das manifestações do fenômeno religioso, com objetivos estabelecidos e com enfoque adequados à faixa etária do corpo discente. Apresenta os detalhes do processo de elaboração e de implementação do Projeto “As Cores da Vida”, em comemoração ao Ano Brasileiro do Ensino Religioso, proclamado em 15 de novembro de 2009, na Associação Franciscana de Ensino Senhor Bom Jesus.
Palavras-chave : Ensino Religioso. Plano curricular. Ano Brasileiro do Ensino Religioso.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ensino Religioso: para explicar melhor, conte uma história

Resumo
O Ensino Religioso, ou o ensino que encontra sua matéria-prima na experiência religiosa, trabalha com um conteúdo que diz respeito à espiritualidade, isto é, à dimensão mais profunda do ser humano. É esta dimensão que nos permite estabelecer a relação de transcendência, ou seja, a experiência da transcendência. A linguagem, campo do pensamento, organiza as ideias e as experiências para expressá-las por meio de uma comunicação que lhes seja fiel e compreensível para o outro. A linguagem simbólica talvez seja a melhor forma de expressar a experiência da transcendência, é a ponte que faz o ser humano ir além de si, do mundo, da história. Como trabalhar com conteúdo tão profundo? Para explicar melhor, conte uma história.

Maria Celina de Queirós Cabrera Nasser - Mestre em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP)
http://www2.pucpr.br/reol/index.php/PISTIS?dd1=3657&dd99=view

Fonte: Rev. Pistis Prax., Teol. Pastor., Curitiba, v. 2, n. 2, p. 309-327, jul./dez. 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Natal é a FESTA DA VIDA!
Nós, membros do EDUCRE, unimos a todos os visitantes do blog no abraço natalino e de boas festas.
Agradecemos a visita, os comentários, a colaboração no ano 2010.
Avante em 2011!!!

domingo, 14 de novembro de 2010

Discussão colaborativa

Uma discussão colaborativa sobre a temática Educação e Religião é um desafio!
Penso que diante da "fluidez e liquidez" do mundo contemporâneo, das demandas educacionais, dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Ensino Religioso... precisamos avançar nas discussões para o empreendimento de uma prática, fundamentada em princípios da Educação e das Ciências da Religião, sobre o "ensino religioso".

Uma provocação para nossa discussão colaborativa, com a seguinte proposta:
- a formação de educadores para o ensino religioso, bem como a formação continuada - uma meta da Educação e das Ciências da Religião

O seu parecer é importantíssimo para construirmos juntos um caminho que favoreça o empreendimento de ações para o desenvolvimento humano e religioso de todos os envolvidos na temática do ensino religioso.

Aguardo seu comentário, abraços, Eliane

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Realizando uma pesquisa


Célia Smarjassi, doutoranda em Ciências da Religião PUC/SP, apresenta a seguir uma proposta de reflexão e discussão sobre Ensino Religioso. Leia e participe apresentando a sua visão.
Juntos vamos construindo uma educação mais humana e colaborativa.

Texto para reflexão e questões propostas por Célia Smarjassi:
Pela Constituição Federal, de 1988, o Ensino Religioso como componente curricular está assegurado no ensino fundamental (Artigo 210, Parágrafo 1º). A LDB, Lei n. 9.394/96 BRASIL, 1996), o assegura no ensino fundamental (Artigo 33, com nova redação dada ao referido artigo pela Lei n. 9.475/97, BRASIL, 1996) e o Conselho Nacional de Educação, pelo seu Parecer 04/98 (BRASIL, 1998), ao estabelecer as Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino fundamental, define a Educação Religiosa como uma das dez áreas de conhecimento.
Contudo, para o Ensino Religioso efetivamente se concretize, conforme a proposta assegurada em lei, com a nova redação dada ao Artigo 33 da LDB pela Lei n. 9.475/97, que em seu caput estabelece que:
O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo (BRASIL, 1997).
Parágrafo 1º - Os sistemas de ensino regulamentarão os procedimentos para a definição dos conteúdos do ensino religioso e estabelecerão as normas para a habilitação e admissão dos professores.
Parágrafo 2º - Os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos conteúdos do ensino religioso.

Trata-se de assegurar uma formação específica nesta área aos professores nos seus diferentes âmbitos. Neste sentido, deve-se observar, em primeiro lugar, o que estabelece a própria LDB, Lei n. 9.394/96, no tocante à formação de professores, quando, em seu Artigo 62, refere que:

a formação de professores para atuar na educação básica far-se- á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal (BRASIL, 1996).

Questões:

A partir da lei que dispõe sobre o Ensino Religioso - ER e, a partir de sua própria experiência responda de forma reflexiva e analítica as questões:

1- Quais as dificuldades (necessidades) têm encontrado no manejo de suas intenções e possibilidades referentes à prática docente do ER?

2-Elenque temas que você considera necessários serem tratados em ações de formação do professor de ER.

3-Você considera que suas necessidades de formação em ações de formação continuada são atendidas? Por quem são atendidas?

Observações que considera necessárias serem apresentadas e que não foram perguntadas.

domingo, 24 de outubro de 2010

O Não-Ser com fundamento do Ser da metafísica

Fabiano de Oliveira Mina, neste artigo provoca uma reflexão sobre O Ser e o Não-Ser, partindo-se da filosofia de Heidegger.

Resumo
A metafísica, historicamente, colocou para si como problemática o Ser. Como discutir a problemática do Ser a partir de uma fenomenologia-hermenêutica-histórica é a proposta filosófica de Martin Heidegger, isto porque só assim é possível discutir o existir do homem.
Mas como a história da filosofia e a metafísica tratou deste tema? Conforme o pensamento heideggeriano o sentido do Ser foi esquecido pela tradição filosófica a ponto de confundi-lo com os entes. Faz-se então necessário um novo (anterior) fundamento, o Não-Ser (Nada).
Na Introdução, ele destaca:

"A metafísica na sua tradição, historicamente, colocou para si a problemática do Ser. Qual o sentido do Ser é a fundamental discussão filosófica para Martin Heidegger, isto porque este conceito abarca tudo relacionado ao existir do homem e seus postulados: verdade, realidade, conhecimento, mundo, moral, etc. Mas como a história da filosofia tratou deste tema? A problemática do Ser foi devidamente abordada? Conforme o pensamento heideggeriano o sentido do Ser foi esquecido pela tradição filosófica".

Partindo-se desta reflexão filosófica, podemos avançar nas discussões sobre as questões do Ser e o existir do ser humano, contemplados ou não nas propostas pedagógicas do ensino religioso.

Como reconhecemos a dimensão filosófica no ensino religioso?